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Guiché de Apoio ao Investidor (GAI) já abriu na ZEE

  • Publicado por: rui.manuel

A Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEE) disponibilizou no dia 10 de Novembro aos investidores um Guiché de Apoio ao Investidor (GAI) – que visa facilitar o acesso de investidores, nacionais e estrangeiros, eliminar os obstáculos burocráticos que podem prejudicar a acção de todos os que pretendem aceder aos activos da economia angolana a privatizar e daqueles que já se encontram estabelecidos no âmbito do enquadramento jurídico-legal da ZEE.

O GAI fornecerá aos investidores um conjunto de serviços, públicos e privados, de forma a integrar harmoniosamente os investidores no ambiente de negócios proporcionado pela ZEE.

A Secretária de Estado para a Economia, Dalva Ringote, frisou que o acto inaugural do GAI reveste-se de grande importância dentro do processo de diversificação da economia considerando que a melhoria do ambiente de negócio é um eixo prioritário do Executivo, sendo que as empresas instaladas na ZEE beneficiarão com mais facilidade dos serviços do Estado, o que facilitará os custos, simplificará processos e ajuda Angola a tornar-se cada vez mais destino de investimento provado. “A simplificação dos processos administrativos representa naturalmente a facilitação para que as empresas se instalem de forma clara e objectiva, neste caso verificamos o casamento da AIPEX e da Zona Económica Especial num espaço geográfico”.

Para o Presidente do Conselho de Administração da ZEE, António Henriques da Silva, adianta que o Guiché de Apoio ao Investidor é uma instituição de apoio as empresas que estão na ZEE, no município de Viana e não só. “É importante realçar a complementariedade de todas as instituições que ajudam na realização de condições para realização de investimentos obviamente o seu topo é a AIPEX, mas também chamamos aqui as associações empresariais que numa óptica mais inclusiva, entre empresariado nacional e estrangeiro vão ajudar a dinamizar o IGAI”, reforça o PCA da ZEE.

Os empresários nacionais e estrangeiros aplaudiram a iniciativa, como foi o caso do presidente da Associação Angolana de Jovens Produtores, Gésio Bártolo, frisando que quanto mais de forma célere forem constituídos e dinamizados projectos de investimento os jovens produtores conseguirão escoar os seus produtos com maior facilidade. Na mesma senda, a PCA da Afritrack, Sabenna Yohannes, adianta que o Estado teve uma grande iniciativa concentrando num só local vários serviços administrativos para o investidor e que o país precisa desse tipo de serviços, que inclui a facilitação de importações e exportações. Por sua vez, o presidente da Associação de Empresários Franceses em Angola, Frederico Crespo, considera o GAI muito útil para os investidores, uma vez que tem sido “uma verdadeira luta” conseguir tratar serviços administrativos na ZEE e tinham que andar atrás de várias instituições para solicitar os benefícios que a lei nos dá.

O GAI vai permitir:

– reduzir o tempo necessário para o acesso e resolução de assuntos referente à administração pública angolana;
– contribuir para um aumento significativo do número de empresas sedeadas na ZEE ; – alargar a produção interna e a exportação de bens gerados pela economia angolana; – fazer crescer o investimento directo estrangeiro na República de Angola;

As reformas económicas introduzidas pelo Executivo da República de Angola, com um novo quadro legal, facilitador da melhoria do ambiente de negócios, reforçaram a capacidade atractiva da ZEE que, com o GAI, Guiché de Apoio ao Investidor, disponibiliza condições únicas aos investidores, nacionais e estrangeiros.

O GAI, Guiché de Apoio ao Investidor, fica acessível físicamente, com instalações próprias na ZEE, e também através das páginas oficiais e e aplicações disponibilizadas nas diversas plataformas digitais e redes sociais.

Texto: azmediacommunications